7 Coisas que não deve ter no frigorífico. Pela sua saúde retire-as já!


É normal guardar certos alimentos e restos no frigorífico para comer mais tarde, esta é uma tendência cada vez mais praticada. No entanto tenha cuidado, existem certos alimentos que não deve ter no frigorífico ou apenas deve ter no frigorífico um pequeno período de tempo. Existem certos perigos para a saúde nesta prática, veja neste artigo 7 alimentos que não deve ter no frigorífico.

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7 Coisas que deve retirar do frigorífico:

Enlatados.

Cuidado com as latas abertas, especialmente as que conteúdo ácidos, como os sumos de fruta ou tomates, que podem fazer com que o metal se transfira para a comida. Esse sabor metálico pode causar sintomas adversos de curto prazo, como febre, náuseas e diarreia.

Sopa enlatada.

Em 2011, um estudo realizado por investigadores da Harvard School of Public Health mostrou que consumir sopa enlatada durante cinco dias aumenta a concentração de BPA (ou Bisfenol A, usado em plásticos) na urina em mais de 1000%, em comparação com indivíduos que consumiram sopa fresca no mesmo período. O revestimento interior da lata em resina contamina a sopa provocando desregulação endócrina química, que está relacionada com a obesidade, danos no fígado e de outros problemas.

Bolor nos alimentos ou em parte.

Já lhe aconteceu certamente olhar para um tomate com bolor e retirar a essa parte pensando que, pronto, ficava tudo bem. Errado. Estudos revelam que o bolor penetra profundamente abaixo da superfície da comida, especialmente para produtos como frutas. Os bolores mais expressivos indicam fungos com raízes profundas que espalharam substâncias tóxicas nos alimentos, pelo que é mais seguro não usar o alimento inteiro. O bolor produz esporos, que em ambiente seco de um frigorífico se espalham pelo ar, provocando o contágio de outros

Bacon e carnes frias.

Um estudo recente conduzido por um instituto sueco ligado à investigação alimentar concluiu que o consumo de carne processada aumenta o risco de cancro do pâncreas. Por cada 50 gramas de carne processada consumida diariamente, como bacon, carnes frias e salsichas o risco aumenta em 19% os risco desta doença. A solução passa por substituir este género de carne por fresca, criada de forma natural (frango ou peru, por exemplo), assada ou grelhada. Ou optar por outra proteína mais a gosto.

Margarina.

O processo de hidrogenação da margarina forma gordura trans, que, quando consumida em grandes quantidades aumenta o mau colesterol (LDL) e diminui o colesterol bom (HDL). Além disso, um estudo recente conduzido pelo Professor John M Davis no National Institute of Health concluiu que, entre os doentes com doença cardíaca, substituir as gorduras animais saturadas por gorduras vegetais polisaturadas pode aumentar o risco de doença cardíaca e ataque cardíaco.

Maçãs não orgânicas.

De acordo com o Environmental Working Group (EWG), as maças estão no topo da lista dos produtos frescos susceptíveis de serem contaminados com pesticidas, seguidas de aipo e pimentões. De acordo com a EWG, a lista foi feita depois de o United States Department of Agriculture (USDA) ter lavado os produtos com máquinas de água de alta pressão. Porque a dúvida subsiste sobre se os pesticidas são removidos desta maneira, a EWG aconselha produtos orgânicos. Consumir produtos com pesticidas provoca envenenamento do cérebro e sistema nervoso, colocando aumentado o risco de cancro e outras doenças graves.

Amantes de restos.

De acordo com FoodSafety.gov, o tempo de armazenamento para as sobras no frigorífico não deve exceder os quatro dias para evitar doenças transmitidas pelos alimentos. Se assim não o fizer, está em risco de ter uma intoxicação alimentar, cujos sintomas são, convém lembrar, dores de estômago, vómitos e diarreia.

Fonte: https://www.dinheirovivo.pt

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