O Doce de Tomate da Avó Palmira é uma receita tradicional que passa de geração em geração. Fácil de preparar, cheio de sabor e perfeito para conservar durante muitos meses.
Há receitas que nunca passam de moda e que nos transportam imediatamente para a cozinha das nossas avós. Este Doce de Tomate da Avó Palmira é uma dessas verdadeiras preciosidades da gastronomia portuguesa.
Feito lentamente, com tomates bem maduros, açúcar e ingredientes simples, resulta num doce aromático, brilhante e cheio de sabor, perfeito para barrar no pão, acompanhar queijo ou utilizar em diversas sobremesas.
O segredo desta receita está na paciência durante a confeção e na escolha de ingredientes de qualidade. O resultado é uma compota com uma textura irresistível e um sabor que faz lembrar os doces caseiros de antigamente.
Se gosta de receitas tradicionais, esta é daquelas que vale mesmo a pena guardar.
Ingredientes para o Doce de Tomate:
- 1 kg de tomate maduro (pesado depois de pelado)
- 800g de açúcar amarelo
- 1 pau de canela
- 1 casca de limão
- Sumo de ½ limão

Preparação do Doce de Tomate:
- Começar por pelar o tomate. Costumo usar uma técnica simples para o fazer. Basta colocar um tacho grande com água ao lume até ferver. Nessa altura colocar o tomate já lavado e deixar na água por 1 ou 2 minutos, dependendo da quantidade.
- Retirar o tomate do tacho e coloca-lo de seguida num alguidar com água bem fria (pode-se mesmo colocar gelo). Deixar repousar por mais 3 ou 4 minutos. De seguida a pela sai toda direitinha.
- Numa panela de ferro colocar o tomate partido em pedaços, o açúcar, o pau de canela, a casca e o sumo de limão.
- Levar a lume de chão brando… e deixar ficar! Ir mexendo ocasionalmente. Quando levantar fervura (cuidado com os salpicos), mexer com mais frequência.
- O doce atinge o ponto quando ao colocar um pouco num prato e passar com uma colher, o doce fizer estrada.
- Nunca esquecer que depois de frio o doce ganha ainda mais consistência. Colocar de imediato o doce em frascos esterilizados tapar e virar de tampa para baixo até arrefecer por completo.
- Pode fazer a mesma receita numa panela normal no fogão.
Porque vai adorar esta receita
- Receita tradicional portuguesa.
- Muito fácil de preparar.
- Aproveita tomates maduros.
- Conserva-se durante muitos meses.
- Perfeita para barrar no pão ou acompanhar queijo.
- Sem conservantes artificiais.
- Sabor autêntico de antigamente.
- Ideal para oferecer em frascos.
Dicas para um doce perfeito
Para conseguir um resultado excelente:
- Utilize tomates bem maduros e saborosos.
- Cozinhe lentamente para obter uma textura mais rica.
- Mexa regularmente para evitar que agarre ao fundo.
- Esterilize corretamente os frascos antes de os encher.
- Guarde os frascos num local fresco, seco e ao abrigo da luz.
Como servir
Este doce combina na perfeição com:
- Pão caseiro.
- Torradas.
- Broa de milho.
- Bolachas de água e sal.
- Queijo da Serra.
- Requeijão.
- Queijo fresco.
- Iogurte natural.
- Panquecas.
- Crepes.
Também pode ser utilizado como recheio de tartes, bolos e outras sobremesas.
Como conservar
Depois de devidamente esterilizado e acondicionado em frascos bem fechados, o doce pode conservar-se durante muitos meses.
Após abrir, deve ser guardado no frigorífico e consumido preferencialmente no prazo de 3 a 4 semanas.
Perguntas Frequentes
Posso utilizar qualquer tipo de tomate?
Sim, mas os tomates bem maduros e carnudos proporcionam um doce mais saboroso e consistente.
É necessário esterilizar os frascos?
Sim. A esterilização é fundamental para garantir uma conservação segura e prolongada.
Posso reduzir a quantidade de açúcar?
Pode, mas tenha em conta que o açúcar ajuda na conservação do doce e influencia a textura final.
Quanto tempo dura?
Se os frascos forem corretamente esterilizados e armazenados, o doce pode conservar-se durante muitos meses sem perder qualidade.
Conclusão
O Doce de Tomate da Avó Palmira é uma daquelas receitas que merece continuar a passar de geração em geração. Simples, económica e cheia de tradição, transforma tomates maduros numa compota deliciosa que pode ser saboreada durante todo o ano.
Experimente esta receita e descubra porque continua a ser uma das conservas caseiras mais apreciadas nas cozinhas portuguesas.



















